Emagrecimento e os aspectos psicológicos – por Márcia Noleto

Emagrecimento e os aspectos psicológicos  - por Márcia Noleto

O período das festas de fim de ano, que compreende o Natal e o Ano Novo, pode trazer expectativas de diversas ordens. Para uns, dezembro é um mês de celebração: festas, reencontros e renovação de objetivos. Já para outros, dezembro é um mês de retrospectiva: revisão do que vivemos de positivo e de negativo ao longo do ano. Nos conectamos assim tanto com nossas vitórias como com nossos insucessos.

 

Somado a tudo isso, o Natal é um período sensível pois lembramos das pessoas que partiram e deixaram saudades. Todos esses sentimentos misturados acabam gerando muita ansiedade. E comemos muito mais nesse período.

 

Bato sempre na tecla que emagrecer não é uma tarefa fácil. Exige disciplina, planejamento e sobretudo adesão ao tratamento. Envolve um leque de questões, tanto físicas como emocionais. É muito difícil a pessoa perder peso e manter um padrão se ela não conhece seus pontos de “sabotagem”.

 

O desejo de emagrecer tem que partir da própria pessoa! Muitas mulheres chegam ao consultório dizendo que precisam emagrecer para agradar alguém. Se não estivermos muito focados entramos em um ciclo vicioso: tentamos emagrecer em pouco tempo e sem ajuda profissional – não conseguimos – ficamos frustrados- desistimos. Um tempo depois … tentamos outra vez.

 

Por essas razões, incluo no trabalho de emagrecimento a participação de uma nutricionista, uma endocrinologista e, também, uma boa terapeuta que possa ajudá-lo(a) a conhecer a sua dinâmica interna. Emagrecer pode ir além da perda de peso. Pode ser também um processo de autoconhecimento. Só depende de você!

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